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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Imprensa Segura vs Imprensa livre

Hoje, dia 11 de fevereiro de 2021, o jornal local "O Almeirinense" publicou a foto que anexo no seu facebook.
Surgindo do nada, pois não há razão para o que se pretende. Em comentário foi questionado:
- o que é que isto significa?
- que mensagem é esta?
- o que é que pretendem informar?
Independentemente da possível resposta, que creio deverá ser difícil de obter, há outras questões que deverão preocupar os cidadãos:
- Será que há liberdade de imprensa local?
- O que pode colocar em causa a liberdade de imprensa local?

Para qualquer destas questões, é subjectivo dizer se há ou não e o que pode ou não colocar em causa.
O Sindicato dos jornalistas em 27 de maio de 2020, alerta para conteúdos que ameaçam a independência da imprensa regional. Esta preocupação decorre da redução das receitas originada pela pandemia COVID-19 em que: "... algumas Câmaras acordaram com as direções dos órgãos de informação locais uma contrapartida em forma de “conteúdos jornalísticos”, num registo que facilmente se pode tornar promíscuo, dependente e pouco ético."
No caso concreto do concelho de Almeirim, verifica-se que a contratação do Município de Almeirim mantém anualmente uma: "Prestação de serviços de publicações no jornal "O Almeirinense"".
A prestação de serviços para o ano de 2021 é de 9.900€, o que representa mensalmente 825€ de publicações (não é publicidade). Este valor representa um acréscimo de 10% em relação a 2020 e 2019 que foram de 9.000€/ano (mais IVA)
Estes valores contrastam com o de 2018 no valor de 6.000€ (mais IVA), o que significou que entre 2018 para 2019 tenha existido um aumento de 50%.
Para um jornal com tiragem de 1.800 exemplares e custo de assinatura anual (13€/nacional e 18€/estrangeiro), a receita de 9.900€ (mais IVA) é uma considerável contratação/ajuda financeira que já decorre há muitos anos.
Mas, porque é que uma autarquia precisa de contratar publicações destes valores? Mas, que tipo de publicações quinzenais são estas?
Há muitas razões para que uma empresa, um negócio, uma Instituição contratem publicidade.
Contratar publicidade ou contratar publicações, podem ser encaradas como a mesma coisa, mas é credível que juridicamente sejam diferentes.
A ERCS numa publicação de 2010, relata sobre reunião, a que o jornal "O Almeirinense" não teve presente, no distrito de Santarém (30.04.2009) o seguinte:
"Assegura que “os cortes de publicidade por retaliação são frequentes por organismos público-autárquicos”."
Então que vantagens tem um jornal local em construir informação livre, credível e acima de tudo com qualidade?
No alerta do sindicato dos jornalistas pede aos mesmos que: "... denunciarem junto das estruturas competentes, nomeadamente o Conselho Deontológico, sempre que se verifique alguma tentativa de coação para que produzam os referidos conteúdos (notícias, entrevistas, reportagens)" 
Chegado aqui, questiona-se: que vantagens tem um jornalista em denunciar essas coações locais e que muitas vezes vem por terceiros que tem vantagens pessoais futuras em não melindrar o poder politico instalado?
Quem não conhece jornalistas locais que também por profissionalismo singram na carreira, mas que nunca tiveram o distanciamento apolítico?
Não, não me parece que haja jornalismo local livre e apolítico condizente com o código deontológico.
Podem discordar do que eu escrevo mas defendam o meu direito de escrever.
26300 26384


 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Rua General H. Delgado Paço dos Negros Almeirim

Sobre a Rua General Humberto Delgado em Paço dos Negros, freguesia de Fazendas de Almeirim, Concelho de Almeirim, em péssimo estado de conservação escrevi:

Pensando no que há de comum na:
Rua General Humberto Delgado
Rua do Paço
Rua Moinho de Vento
Outras
em Paço dos Negros, freguesia de Fazendas de Almeirim, Concelho de Almeirim?
Na minha opinião há coisas BOAS (Tem locais em que está alcatroada em condições) e coisas MÁS (Quando chove ... sem palavras, só vendo no local)
de quem é a responsabilidade?
Julgo que muitos pensam assim:
Das coisas BOAS é da Câmara Municipal de Almeirim e do "EU" do executivo.
Das coisas Más Todos Nós, exceto do "EU" do executivo da Câmara Municipal de Almeirim.
Ouço muita reclamação de Café, mas ... é só "fogo de artificio". Na hora de apontar estes problemas, parecem lebres no covil, amocham e nada dizem e/ou escrevem.
Podem criticar, mas tenho o direito de exprimir a minha opinião.
Respeitem-na.

Publicação escrita por: António Manuel Pratas Brites em 10:24 de 16 de outubro de 2019 em facebook.com/antoniomanuelpratasbrites

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Rua General Humberto Delgado Paço dos Negros Almeirim

Com base no artigo "Obras concluidas a tempo da Gala" do jornal "O Almeirinense", escrevi:

"Julgo que nunca é demais relembrar o estado em que se encontra algumas ruas e estradas do concelho de Almeirim.
A Rua General Humberto Delgado em Paço dos Negros encontra-se num estado lastimável há vários anos (mais de 10), onde passam diariamente centenas de pessoas e bens do concelho e fora do concelho.
A inexistência de respeitáveis Galas e outros encontros respeitáveis do Jet7 em Paço dos Negros, poderão ser a razão para que a rua se encontre esventrada da forma que está, que os passeios estejam por concluir e que não haja numa localidade rural, um sistema de escoamento minimamente eficiente para as águas pluviais, ficando quase todas as ruas com pequenas inundações, evitáveis, numa localidade cuja identidade de ruralidade cada vez é menor, tal é o grau de impermeabilização que nos últimos anos foram efetuados.
Nem tudo o que se constrói e faz desenvolve uma população, pois desenvolvimento não significa colocar mais betão.
Podem criticar, mas tenho o direito de exprimir a minha opinião.
Respeitem-na."

Publicação escrita por: António Manuel Pratas Brites em 17 de outubro de 2019 em facebook.com/antoniomanuelpratasbrites

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

[007/2014] Encarregados de Educação na Educação


Amanhã, dia 12 de setembro de 2014, tem inicio no Concelho de Almeirim mais um ano lectivo escolar. O ano lectivo 2014/2015.
O dia resume-se à apresentação e reencontro de Pais, Encarregados de Educação, Avós, Filhos, Professores, Auxiliares, enfim um rol de pessoas que intervém nesta azáfama, cada um com o seu papel.
Todos sem exceção, tem um papel a desempenhar na Educação. Este pilar vital para qualquer Sociedade onde não deveria haver reservas no seu apoio, onde todos se dizem preocupados, mas com desempenhos dalguns significativamente aquém das suas obrigações.
É isso que se pode aferir das palavras do actual presidente da Associação de pais do ensino oficial de Almeirim (APAEOA), Júlio Santos Silva que ao jornal "O Almeirinense" de 15 de agosto de 2014 dizia:
"Já agora e por último, estou há catorze anos na Associação de Pais e quando todos os anos se realizam as eleições para a Associação é triste num universo de sensivelmente 2500 alunos termos dificuldade em arranjar 21 elementos e formar uma lista para a Associação.
Valeria a pena que os intervenientes "Encarregados de Educação" pensassem no seu papel como fundamental e vital para o sucesso dos seus educandos.
Harmonia na Educação

2025/2029 Município de Almeirim

 Isto é... Serviço público. Nos executivos com mais de 10 mil eleitores e menos de 40 mil (ganham 45% do salário do Presidente Marcelo), os ...